Longevidade Adventista

Marge Jetton [foto], de 101 anos de idade, é uma senhora longeva. Ela ainda dirige um carro, e apenas recentemente renovou sua carteira de motorista para mais cinco anos. Jetton vem de uma cidade conhecida por seus hábitos de boa saúde, um lugar conhecido como "a comunidade mais longeva da Améica". Aqui em Loma Linda, havia um grande número de adventistas do sétimo dia que viviam de quatro a 10 anos mais do que o californiano médio. Jetton é uma das 141 pessoas com mais de 100 anos de idade a participarem do Estudo Adventista de Saúde, um dos vários que foram apresentados na edição de novembro da revista "National Geographic" e no programa ABC News da TV americana. "Isto torna os adventistas uma das mais convincentes culturas da nação em favor da longevidade", escreve Dan Buettner, autor do artigo da "National Geographic", "Os Segredos de Viver Mais Tempo". Por que vivem mais? A resposta a essa pergunta é a principal meta do estudo sobre saúde, que começou em 2002 e, diferentemente de estudos prévios, abrange todos os EUA e Canadá. O Dr. Terry Butler, diretor-associado do estudo junto à Universidade de Loma Linda, declara que "muitas pessoas estão ainda intrigadas quanto às causas de certas doenças destacadas que nos confronta aqui nos EUA e por todo o mundo em muitos países em desenvolvimento". Ele adiciona, "Cremos que os adventistas têm muitas das respostas a essas indagações não respondidas, particularmente quanto a regime alimentar. Os adventistas constituem um grupo especial e singular quando se trata de estudos relativos a regime alimentar, doença e longevidade. Cremos que os adventistas nos ajudarão a responder a algumas dessas indagações". Ele declara haver evidência convincente dos vários estudos da Universidade Loma Linda e de outros por todo o mundo que demonstra que o estilo de vida adventista e o enfoque sobre saúde traz grandes benefícios. "Por que os Institutos Nacionais de Saúde investiram milhões de dólares em estudos dos adventistas? Há um interesse em saúde. Desejamos fazer o bem, beneficiar outros. Mas há também uma ampla diversidade em nosso regime alimentar. Temos vegetarianos totais, ovo-lacto-vegetarianos e onívoros. Em parte alguma numa população específica se obtém essa diversidade em regime alimentar", explica Butler. Tem sido mais difícil do que originalmente esperado coligir dados. "As pessoas estes dias estão cansadas de responder a questionários" diz ele, observando, contudo, que no passado os adventistas foram responsivos em responder a questionários e estudos sobre saúde. Há atualmente 85.000 participantes no estudo, mas o Dr. Butler espera atingir pelo menos 100.000. Haverá um elemento de fé envolvido que contribui para se viver mais? Alguns dizem que sim; outros dizem que não existem benefícios médicos comprovados para práticas religiosas. Alguns, como o grupo na Califórnia, continuam fazendo o que fazem, o que, para Jetton, significa circular pela rodovia e fazer exercícios todo dia.

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