Matéria especial sobre os Desbravadores

PIONEIROS DO LESTE
História dos Desbravadores



Com o crescimento da Igreja Adventista, ao final do século XIX, gradualmente tornou - se necessário um programa que estruturasse e dirigisse as atividades dos juvenis e jovens de nossa igreja, ( já existia à época uma revista específica o "Youth's Instructor" . Como esta situação passasse despercebida aos líderes da época, DEUS inspirou a juventude a dar o primeiro passo.
Em 1879 dois rapazes ( Luther Warren - 14 anos e Harry Fenner - 16 / 17 anos ), preocupados com as necessidades espirituais dos jovens, na localidade de Hazelton - Michigan, EUA, resolveram fundar uma Sociedade que os ajudasse neste particular. Para participarem convidaram mais 7 jovens, e assim foi feita a primeira reunião com estes nove jovens na casa de Luther.
Naquela primeira tarde de sábado distribuíram um folheto : Signs of Times, e para encerrar a reunião foi cantado o hino Fé dos Nossos Pais, 258 - Hinário Cantai ao Senhor. ). Muitas outras Sociedades foram fundadas, e este movimento cresceu rapidamente para outros estados : Wiscosin ( 1891), Nebraska ( 1893), Dakota do Sul, Iowa e Ohio ( 1894 ); outros continentes : Austrália ( 1893 ). Em 1899 a Associação de Ohio tornou - se o primeiro campo local a ter um departamento organizado para este fim.
Em 1901 o programa é reconhecido pela Associação Geral, inicialmente sob acoordenação do Depto da Escola Sabatina. Em 1907 devido ao crescimento extraordinário das Sociedades dos Missionários Voluntários, este programa é adotado pela Conferência Geral, no concílio geral em Gland - Suíça, sendo depois organizadode maneira mais detalhada na convenção de Mount Vernon - Ohio, EUA, com M. E. Kern como seu primeiro dirigente a nível mundial, mas mantinha - se basicamente espiritual, com poucas atividades físicas, o que só atendia parcialmente as necessidades dos jovens. ( nomes de alguns pioneiros em seus estados : C. Lester Bond, F. G. Ashbaugh, Julia Leland, ,J. T. Porter, L. A. Skinner, Guy Mann - na Califórnia, em Iowa j. C. Nixon ).
Ainda em 1907 é reconhecido o trabalho das sociedades de juvenis. Também se inicia o programa do Clube de Leitura Jovem, e o programa do Ano Bíblico ( em 1907, 3. 570 jovens receberam o certificado de conclusão da leitura da bíblia). O Clube de Leitura Juvenil se iniciou em 1908. Apesar destes avanços a juventude adventista ainda sentia a necessidade de alguma organização que pudesse prover-lhes atividades espirituais e seculares sadias, ao mesmo tempo.
Alguns jovens e juvenis que sentiam esta necessidade, tentaram em 1910 unir - se aos escoteiros, mas enfrentaram problemas, uma vez que algumas atividades dos escoteiros ( como grupo e não como entidade ) conflitavam com as crenças e práticas adventistas, como por exemplo atividades aos sábados, ida ao cinema, dança, dieta não vegetariana nos acampamentos e a falta de um propósito de ganhar almas.
Alguns dos clubes experimentais organizados por igrejas isoladamente se chamaram Woodland Clan ( sem indicação do local ), Índios Takoma e Pals, estes dois surgidos em Takoma Park - Maryland. Do clube Pals iniciado por Harold Lewis, e que também utilizou idéias dos escoteiros, pouco se sabe exceto que não aceitavam meninas. Em 1911 depois Milton P. Robinson iniciou no Union College - Lincoln - Nebraska, um clube com atividades similares que chamou de Turma de Meninos( jogos,
fogueiras, excursões, trabalhos manuais e outras habilidades sugeridas nos programas do então Departamento M. V. ), mas não existem registros se havia atividades regulares, e acabou não deixando significado permanente.
Em 1914 iniciam - se as lições de juvenis, em 1916 se estabelece o padrão de mérito juvenil, em 1917 são definidos os parâmetros para o Ano Bíblico Juvenil. Em 1918 havia 1230 sociedades de juvenis, com 24.638 membros, e o manual juvenil é publicado.
Em 1919 Arthur Spalding, editor do Wathman Magazine, começou um Clube que chamou de Escoteiros Missionários, em seu lar na cidade de Madisson - Tenessee, para seus filhos Ronald e Winfred. A idéia começou com Winfred que ao passar por um acampamento dos escoteiros, manifestou desejo de unir - se aos mesmos. Com isto Arthur começou a pensar em criar um clube para meninos e meninas adventistas. Estudou a organização dos escoteiros, formulou novas diretrizes compatíveis com os objetivos espirituais da igreja e criou o seu clube. O clube de Arthur fazia excursões de fim de semana, trabalhos manuais, trabalhos em madeira e seguimento de pista. Os Escoteiros Missionários desenvolveram idéias que foram fundamentais para o atual Clube dos Desbravadores ( entre estes o Voto, a Lei e o Lema, que foram redigidos em 1921 ). Fonte Spineli acrescenta o nome de Harriet Holt ao nome de Spalding, como colaboradora na sugestão de outras idéias básicas do Clube. ( e data isto de 1922 ).
Em 1920 no Concílio Outonal foi votado acrescentar um secretário ao Depto de Jovens da AG, para promover o Ministério dos Juvenis, sendo escolhida Harriet Holt.
Tentando responder a esta demanda por atividades físicas e seculares, sob a ótica adventista o Departamento dos Missionários Voluntários gradualmente expandiu o seu programa numa tentativa de prover treino físico, social e técnico através das Classes Progressivas, Especialidades e Acampamentos.
A Associação Geral adotou os nomes de Amigo, Companheiro e Camarada para as Classes J. A., na Sessão de Primavera, realizada em São Francisco, 1922.
Com a popularização na época dos acampamentos de verão, temerosos de que um acampamento de verão não adventista pudesse ter uma influência inadequada sobreos jovens e juvenis adventistas, a igreja começou a organizar os seus próprios acampamentos, para dar uma opção denominacional aos que desejassem este tipo deatividade, realizando o primeiro acampamento em Lina Lake ( fonte Spineli refere - se a este local como Town Line Lake ) - Michigan, USA, no ano de 1926. Com a experiência de vários acampamentos realizados, posteriormente este programa foi ampliado.
Em 1927 a classe de Colega Maior ( atualmente Líder ) foi oficialmente aprovada.
Lester Bond, secretário do Depto de Jovens da Associação Geral, obteve permissão da liderança dos escoteiros para utilizar algumas de suas idéias na preparação das primeiras especialidades em 1928, ( fonte 5 diz que foi em 1927 ), e que inicialmente eram chamadas de méritos vocacionais , quando já havia 1075 desbravadores ( dados de 1927 ). Apesar de seu empenho chegou a ser acusado de estar trazendo o mundo para dentro da igreja.
Mesmo com estes progressos havia um entrave essencial, que era a implantação dos programas pois estavam sob a responsabilidade das Escolas e Sociedades de Jovens de cada igreja local, e estas se reuniam somente aos sábados, limitando portanto as suas atividades ao que era apropriado para fazer aos sábados e nas igrejas, raramente planejando atividades seculares, exceto encontros sociais para os sábados à noite, ou uma excursão ocasional. Assim os meninos e meninas continuavam necessitando de um programa efetivo centralizado na igreja, mas que pudesse prover-lhes oportunidades para explorar, experimentar e desenvolver habilidades técnicas, e que simultaneamente os levasse a entregar - se a Jesus, mantendo-os na Igreja.
Com a consciência ( que gradualmente se tornou geral ) desta necessidade, ao final da década de 1920 ( em 1929 ? ) John Mckin, que cuidava de uma escola pública e era um experimentado escoteiro, organizou os meninos da igreja de Santa Ana em um clube que se reunia em Anaheim, no condado de Orange, onde ele morava. As meninas posteriormente foram reunidas em um clube supervisionado pela esposa de Mckin. Além das atividades gerais, os membros do Clube se uniram ao Coral Juvenil do Condado de Orange, que também era dirigido pela esposa de Mckin e que costumava cantar em reuniões evangelísticas.
Em 1930 em Santa Ana surgiu um outro clube para juvenis sob a liderança do Dr. Theron Johnston. As reuniões eram realizadas no porão de sua casa, e as primeiras instruções foram sobre Técnicas de Rádio e Eletrônica. Sua filha Maurine, que o tinha ajudado com o rádio, protestou quando não lhe foi permitido participar do clube. Como resultado sua mãe iniciou outro clube para meninas, que se reuniam no sótão. Os clubes de Mackin e Johnston se reunia uma vez por mês em conjunto, no lar dos ohnston e iam acampar. Também faziam excursões a cada 3 meses. Utilizavam - se os requisitos para Jovens das Classes Progressivas. Como uniforme tinham apenas uma camisa especial.
O clube de Johnston e Mckin usou o nome de Desbravadores escolhido por Mckin. Não há certeza de onde ele obteve esta inspiração, embora suponha - se que a idéia tenha surgido após o primeiro acampamento da Associação do Sudeste da Califórnia em 1928, onde um dos oficiais da Associação contou - lhes a história de John Fremont, um explorador americano, ao qual se referiu como desbravador. Depois
ao ser formado o clube, Mackin pode ter se lembrado disto. ( Outras fontes atribuem o nome ao local do primeiro acampamento conduzido pelo Pr. John Hancock em 1946 - Pathfinders 's Camp ( Campo dos Desbravadores em português ), embora a fonte 10 diga o contrário : Que foi dado este nome ao acampamento, devido ao uso por Mckin do mesmo, e subseqüente popularização deste termo, ou seja, quiseram pegar carona no sucesso do clube ).
Outro evento importante de 1930, que preparou o terreno para o rápido crescimento do Clube dos Desbravadores, depois que estes foram oficializados, foi o acampamento de Wawona no parque Yosemite, onde 40 diretores de jovens foram capacitados para a liderança dos chamados acampamentos culturais, com um programa amplo, que incluía pioneira, trabalhos manuais, estudo da natureza, caminhadas e excursões com equipamento para pernoite, programas ao pé da fogueira, e demais instruções do que hoje é conhecido como classe J. A. , tudo isso sobre um fundo de idealismo religioso, lealdade denominacional e civismo.
Também em 1930 foram estabelecidas as classes preliminares, atualmente usadas pelos aventureiros.
No início alguns clubes não recebiam o apoio das igrejas, sendo que alguns foram até fechados sob ameaça de disciplina e exclusão dos diretores, ( um deles foi o de Johnston e Mckin por volta de 1936 ), pois as igrejas temiam que isto significasse trazer o mundo para dentro da Igreja, com atividades seculares tomando o lugar das atividades espirituais.
Já por parte da liderança havia outros temores, C. Lester Bond e outros temiam que o nome Desbravador viesse a substituir o nome religioso Missionários Voluntários. Apesar de todas as dificuldades, a idéia de desbravar permanecia, e alguns clubes prosperavam.
Em 1932 é publicado o primeiro Manual de Campo para Líderes.
Em 1935 começa a haver periodicidade nos acampamentos de jovens, que se tornam mais freqüentes e aceitos pela igreja como uma forma adequada de recreação, ( ou acampamentos culturais como eram chamados na época. O Primeiro manual em português destes acampamentos culturais foi editado em 1947 ).
Entre 1931 e 1940 outras pessoas aderem ao programa. O Pastor Lawrence A. Skinner fundou o primeiro clube permanente em Glendale, em 1937, que depois ( 1939 / 1940 ) foi assumido por Lawrence Paulson, empregado do Hospital de Glendale, e sob a sua direção o clube começou a crescer.
Como o Curso de Formação de Socorrista - Padioleiro era um programa reconhecido e aceito, o Pastor Skinner resolveu incorporar alguns itens dos mesmos ao programa do Clube, com o objetivo de, partindo do conhecido e aceito Socorrista - Padioleiro, chegar ao ainda desconhecido e não tão bem aceito "clube para juvenis", datando desta época o início da ordem unida, e instruções de primeiros socorros e
saúde dentro do programa do clube. 1 , 11
Em 1938 é publicado o Primeiro Manual de Liderança.
Em 1944 o Pastor Skinner foi chamado para a União do Pacífico Norte, como Diretor dos Jovens, e ciente da oposição ao termo desbravadores, decidiu chamar os novos clubes de Trailblazers ( Locomotivas ). Seu programa incluía Classes e Especialidades, investidura, acampamento, cozinha, excursões, seguimento de pista, estudo da natureza, nós, primeiros socorros, etc.
Seus membros usavam uniforme verde - floresta, usado a primeira vez no dia do MV Trailblazer, o que ajudou na identificação do clube com a Natureza. O objetivo do uso do uniforme era a identificação como grupo ao saírem a partilhar sua fé. Outros
objetivos eram ( e são ) manter a moral entre os membros, dando - lhes a consciência de pertencer a uma organização importante ( espírito de corpo ), e também o uso do mesmo em cerimônias como investiduras, desfiles, etc. ( O uniforme verde embora ainda usado em outros países, foi trocado por uniforme caqui no Brasil, depois que um jovem líder dos desbravadores usando a calça verde do uniforme, e uma camiseta do exército, foi confundido com um terrorista disfarçado, e preso, na década de 70. No início desta mudança no Brasil, o uniforme das desbravadoras ainda permaneceu com a cor verde - floresta, depois foi unificada a cor para ambos os sexos ).
Assim onde havia resistência aos Desbravadores, penetraram as Locomotivas, e logo algumas Associações começaram a patrocinar oficialmente estes Clubes, sendo as duas primeiras a Associação do Sudoeste da Califórnia ( Pr. John Hancock ), e do Norte da Califórnia ( Pr. Ben Mattison ). No Sudoeste da Califórnia o Pr. Hancock sentiu - se estimulado a isto em 1946, quando alguns dias depois de voltar de um acampamento de jovens no verão, recebeu a visita de uma mãe que foi a sua casa especialmente para lhe dizer que gostaria que o acampamento tivesse a duração de um ano, pois o seu filho voltara transformado, e havia recebido grandes bênçãos na associação com os demais jovens junto á natureza. Impressionado com o longo alcance daquelas palavras, o Pr. Hancock decidiu estimular a formação de clubes baseados no
estilo do clube de Santa Ana e dos Trailblazers.
Este primeiro Clube dos Desbravadores com apoio oficial de uma Associação iniciou - se em Riverside - Califórnia, sendo seus primeiros diretores Francis Hunt, um estudante universitário do La Sierra College e sua esposa. Orva Ackerman foi uma das conselheiras. O grupo iniciou - se com 15 membros ( fonte 5 diz 35 ), e reunia - se no lar dos Hancock.
Ainda 1946, o Pr. John Hancock então secretário J. A. da Associação do Sudoeste da Califórnia , depois líder J. A. mundial, desenhou o emblema do desbravador, incorporando idéias do clube Locomotivas. Os três lados do emblema representam o desenvolvimento físico, mental e espiritual dos membros do clube, conforme Lucas 2 : 52 e Educ. pág. 13. A espada representando o Espírito Santo, o escudo a Fé. Juntos objetivando indicar que o Clube é uma organização espiritual, relacionada à Igreja. As cores significando :

A - Vermelho: Sangue de Cristo, Sacrifício.
B - Azul : Lealdade e Coragem
C - Amarelo : Excelência.
D - Branco: Pureza.

No mesmo ano, o Pr. Skinner, defensor deste tipo de grupos, tornou - se Diretor Associado da Associação Geral. Assim simultaneamente havia defensores dos desbravadores em nível de Associação ( Hancock e Mattison ), em nível de União ( Pr. J. R. Nelson ), e em nível de Associação Geral. Isto foi decisivo para o desenvolvimento e adoção de um programa unificado para todos os clubes de juvenis.
Em 1947 a Associação Geral solicita à União Norte do Pacífico, elaboração de normas e planos para a transformação do Clube dos Desbravadores para um programa mundial. Dirigidos pelo Pr. J. R. Nelson, que era na época Diretor dos Jovens da União, diretores de jovens de várias associações e Lawrence Paulson, com sua experiência de quase 8 anos como Diretor do Clube de Glendale EUA, começaram a unificar os programas. Paulson sugeriu a criação de registros, para melhor controle das atividades dos desbravadores, e escreveu parte dos primeiros manuais.
Em 1948 Henry Bergh, diretor de Jovens da Associação Central da Califórnia, desenhou a Bandeira dos Desbravadores, utilizando - se das cores do emblema, para a bandeira, mas com uma interpretação dos símbolos do emblema diferente da colocada por Hancock. A espada representava a Palavra de Deus e o escudo a Verdade ( extraído de "O Peregrino" ).
Este apoio oficial teve um efeito multiplicador. Motivados pelas atividades de Dom Palmer em Loma Linda, e pelo seu desejo pessoal de trabalhar com os jovens, o Pr. Mervyn Maxwell e sua esposa iniciaram um clube na igreja de Alturas no Norte da Califórnia em 1949, onde pela primeira vez foi permitido o ingresso de juvenis não adventistas como membros efetivos do clube ( os estudantes de música da Sra. Maxwell ), o que já prenunciava o retorno do clube às origens missionárias do movimento jovem. Eles chamavam o seu clube de "O Pentáculo", e adotaram a "ordem da água fria" ( Mat. 12 : 42 e 25 :35 ), significando que objetivavam demonstrar bondade de maneira prática ( talvez daí tenha tido origem o envolvimento do Clube com as
Sociedades de Dorcas ).
Ainda em 1949 , foi realizado o 1º congresso de Juvenis, no Colégio La Sierra.
Em 1950 o irmão do Pastor Maxwell, Lawrence e o professor Janie Pryce, organizaram os Índios Napa, dividindo meninos e meninas em unidades que se reuniam separadamente em lares diferentes com poucas reuniões em conjunto, o que demonstrou - se inadequado. Percebendo isto Maxwell abandonou a idéia de ter a maioria das atividades em separado, e iniciou uma nova fase, apenas com reuniões em conjunto com todos os 50 a 60 membros do clube. Este clube usava uniforme especiais de um tecido cinzento fabricado em Napa.
Em 1949 os líderes dos Escoteiros Nacionais fizeram uma visita ao escritório da Associação Geral, formulando um convite oficial para que os adventistas se unissem a organização. Face às ponderações da liderança quanto às dificuldades que tal associação traria dadas algumas diferenças cruciais de objetivos, os líderes dos escoteiros observaram que a denominação não tinha recursos para executar um programa de êxito para juvenis e adolescentes.
Talvez esta tenha sido a gota d'água que faltava para desafiar definitivamente a comissão de Nelson terminar o seu trabalho, e em 1950 tão logo este foi completado, foi apresentado ao Departamento de Jovens da Associação Geral, e em 24 de agosto de 1950, a comissão da Associação Geral, reconheceu oficialmente o programa do Clube dos Desbravadores, e aprovou um folheto para uso como guia na organização
de novos clubes.
Recomendava que as reuniões fossem feitas semanalmente, e que as atividades incluíssem excursões, acampamentos, hobbyes e recreação. Assim finalmente se reconhecia oficialmente que as atividades do Clube dos Desbravadores poderiam ajudar meninos e meninas a se tornarem bons cristãos, e que o clube animaria o uso das classes MV, e também poderia ter feições missionárias. Também mudou - se o nome da Classe de Camarada ( Colega segundo algumas traduções ) para Guia, devido a associação do termo "camarada" com o comunismo - ( dados de 1949 indicavam 13. 208 desbravadores ). Também foi realizado o Primeiro Curso de Treinamento para Diretores de Desbravadores.


O CAPITÃO E O CLUBE
Filosofia e Estrutura do Clube
Por que existe o Clube de Desbravadores? (Pedir opinião de vários)
Trilhas no bosque, caminhada nas montanhas, acampamentos, ordem unida, camporis... afinal você já parou para pensar por que a igreja montou todos estes programas? Já imaginou quanto é gasto com todas estas atividades? Será que as pessoas que participam ou até dirigem estão sabendo por que estão fazendo tudo isto? Você acha inteligente sair por aí fazendo mil coisas sem saber por que? Só pelo entusiasmo, sem saber a verdadeira finalidade? Muitas coisas saem erradas porque as pessoas não têm a visão do porque estão fazendo as coisas.

Tudo com gosto de aventura, movimentação, alegria, comandos, apelos aos sentidos, situações que facilmente podem descambar para o lado emocional e perder de vista o objetivo que é:
" SALVAR "
2.Organograma e Hierarquia
3. Classes e Especialidades (Mostrar cartões e quadro de especialidades)
As Classes Desbravadoras e as Especialidades são materiais pelos quais são alcançados o crescimento físico, mental, social e espiritual dos juvenis. Nos cartões estão as atividades básicas que o Clube deve fazer cada semana, certo?
Elas estão direcionadas para faixas etárias diferentes, visando satisfazer suas necessidades.
As Classes Desbravadoras estão divididas da seguinte maneira:

CLASSES REGULARES
COR
CLASSES AVANÇADAS
IDADE
COR
Amigo
Azul
Amigo


Companheiro
vermelho
Companheiro de


Pesquisador
Verde
Pesquisador


Pioneiro
Cinza
Pioneiro de NovasFronteiras


Excursionista
Vinho
Excursionista


Guia
Amarelo
Guia


CLASSES ESPECIAIS
Líder
Acima de16 anos
Líder Master
Acima de18 anos
Líder Master Avançado
Acima de20anos
PADRÕES DE CAPACIDADE FÍSICA
Medalha de Prata
acima de 18 anos
Medalha de Ouro
acima de 18 anos
Atualmente no Brasil temos ______ especialidades traduzidas. As especialidades são divididas nas seguintes áreas:
Artes Domésticas
Fundo Amarelo
Habilidades Manuais
Fundo Azul Claro
Artes Práticas
Fundo Vermelho
Atividades Missionárias
Fundo Azul Escuro
Estudos da Natureza
Fundo Branco
Atividades Agrícolas
Fundo Marrom
Atividades Recreativas
Fundo Verde
4. Sistema de Unidades:
O trabalho em pequenos grupos foi orientado por Aquele que não pode errar..." (S.C.)
OBJETIVOS:
1.Aprenderem a trabalhar em equipe.
"Um por todos, todos por um."
2.Desenvolver o senso de responsabilidade e comprometimento.
3.Dar oportunidade a cada um de descobrir seu potencial e desenvolver seus talentos.
4.Superar suas limitações e avançar com o grupo.
5.Tudo posso nAquele que me fortalece.
6.O tímido fica descontraído.
7.O medroso vira corajoso.
8.O lerdo fica esperto.
9.O bisonho vira campeão.
10.O rebelde se torna obediente.
11.O inseguro aprende autoconfiança.
Isto faz com que cada juvenil sinta que tem, pessoalmente, alguma função, pelo bem de sua Unidade e leva cada Unidade a ver sua participação definida para o bem do Clube.
O QUE É:
Um grupo de 6 a 8 Desbravadores do mesmo sexo dentro da faixa etária o mais próximo possível no Clube.
É um grupo especial dentro do clube, com seu grito de guerra, refúgio secreto, bandeirim e suas tradições, sendo que cada Desbravador tem uma função ou missão pessoal dentro do grupo.
MEMBROS DA UNIDADE:
Capitão - Deve ter magnetismo pessoal (que atrai seus companheiros para o trabalho e os jogos) e tomar conta da Unidade na ausência do Conselheiro. Deve ser escolhido pelos colegas.
Secretário - Faz as anotações no livro da Unidade, Chamadas, Relatórios, etc. Coloca a documentação em dia. É o repórter da Unidade.
Conselheiro - Escolhido pela Comissão executiva do Clube. Pessoa que entenda o juvenil e os ame e seja membro batizado da Igreja local.
CADERNINHO DA UNIDADE: Neste caderninho está registrado toda a vida da Unidade: seus acampamentos, caminhadas, ex-membros, conquistas da Unidade, trunfos.
O TEMA DA UNIDADE: Está geralmente relacionado, de certo modo, ao animal da Unidade. Ex: Águia = voar alto,
Castores = trabalho árduo.
O CHAMADO: Deve ser aprendido pelos membros da Unidade: todos devem saber emitir o chamado ou grito do animal de sua Unidade. É por este sinal que eles podem se comunicar entre si quando escondidos ou em atividades noturnas.
O SÍMBOLO: Cada Unidade recebe o nome de um animal, estrela, constelação, pedra, ave, árvore, etc, de acordo com o critério adotado pelo Clube. Cada Unidade tem o seu Bandeirim, com o desenho do símbolo.
AS TRADIÇÕES DA UNIDADE: São as coisas boas que a Unidade sempre tem feito. Porém, o peso das tradições nunca deve saturar a vitalidade ou o desenvolvimento de uma Unidade, matando a iniciativa e a inovação. Nem todas as tradições são boas. Ex: A Unidade "Pombos" que jamais teve boas relações com a Unidade "Cascavel". Porém, as boas tradições de uma Unidade são um doce perfume para as nossas narinas.
Exemplo:
01- Os "Gaviões tradicionalmente tiram a especialidade de sinalização. Neste caso é uma boa tradição, porque, em si mesma é valiosa e não tem nenhuma influência regressiva ou desagradável.
02- Em nossa Unidade tem sido sempre tradição serem todos bons cozinheiros.
03- Cada acampamento realizado, pintar um espeque de branco para pendurar na parede da sede.
04- É tradição também, reunir a Unidade só por sinais convencionais, sem gritarias.
05- Posição de alerta, com uma simples batida de mão.
06- Proibir os Desbravadores de usar faca e machadinha enquanto não tivessem estudado e feito testes das regras e usos dos mesmos.
07- É tradição também que todos os membros da Unidade façam um trabalho por escrito sobre o totem da Unidade.
08- Cada Desbravador novo, antes de receber seu lenço, aprenda a História Mundial dos Desbravadores.
09- Todo membro da Unidade deve saber nadar.
10- É tradição que para ser da Unidade deve ser bom em pioneiria
UNIFORME


CLASSES

Esta é uma das atividades mais importantes dos desbravadores, as Classes JA. É com essa atividade que se conhece a carreira, o progresso, o sucesso do desbravador. Muitos requisitos são necessários para se completar as classes. Este programa foi desenvolvido. O desbravador completa a classe de acordo com a sua faixa de idade assim composta

Classes Regulares
Para Juvenis de 10 a 15 anos geralmente dadas no primeiro semestre do ano. Amigo, Companheiro, Pesquisador, Pioneiro, Excurcionista e Guia

Classes Avançadas
Para Juvenis de 10 a 15 anos geralmete dadas no segundo semestre do ano. Amigo da Natureza, Companheiro de excursionismo, Pesquisador de Campo e Bosque, Peioneiro de Novas Fronteiras, Excursionismo na Mata, Guia de Exploração.

Classes Agrupadas
Para Jovens acima de 18 anos, dadas para aqueles que não fizeram as classes regulares/avançadas.

Classe de Líder
Para Jovem acima de 16 anos mas que tenham completado as classes regulares/avançadas

Classe de Líder Master
Para Jovens acima de 18 anos que tenham completado a Classe de Líder

Classe de Líder Master Avançado
Para Jovens que tenham completado a Classe de Líder Avançado.


ATIVIDADES
Tipos de Nós.
Nó de Escota
Escota Simples

Nó Simples
Nó Direito

Nó de Pescador.
Nó cego

Nó Catau
Corrediço

Nó Duplo
Escota de Rosa

Volta Fiel
Nó Fateixa

Lais de Guia
Catau duplo

Anzol
Escota dulplo

Laço de Fivela
Gancho

Marinheiro
Oito

Pata de gato
Ordinario

Volta da Ribeira
Cabeça de Sabiá

FERIMENTOS
Lave com água e sabão, desinfete com água oxigenada. Se houver algum corpo estranho (caco de vidro, farpa, espinho, etc.) remova-o com a pinça, se puder fazei-lo com facilidade, se não, deixe esta tarefa para o médico. Depois da aplicação de água oxigenada, seque o ferimento com um pouco de algodão e aplique Mercúrio Cromo. Se o ferimento for pequeno cubra com um Band-Aid, se for maior coloque uma atadura de gaze esterilizada e prenda com esparadrapo. Quando o ferimento for um pouco profundo ou não muito pequeno pode-se aplicar um pó cicatrizante após ter passado o Mercúrio Cromo, cobrindo então com a atadura.
TEMPERATURA
A temperatura é o grau do calor que o corpo possui. Quando a temperatura de uma pessoa está alta (o normal está entre 36,5 e 37 graus centígrados), dizemos que ela está com febre. A febre, em si mesma, não é uma doença, mas pode ser o sinal de alguma doença. Pode-se identificar vários sintomas de febre: · Sensação de frio; · Mal-estar geral; · Respiração rápida; · Rubor de face; · Sede; · Olhos brilhantes e lacrimejantes; · Pele quente. A febre alta é perigosa, pois pode provocar delírios e convulsões. Quando uma pessoal tiver febre, podem-se tomar as providências a seguir. · Se estiver acamada, retire o lençol ou cobertor. Se for criança pequena, desagalhe-a, deixando apenas roupa leve até que a temperatura chegue ao normal. · Ofereça líquidos à vítima. Toda pessoa com febre deve beber bastante líquido, como sucos. · É importante saber quando a febre começa, quanto tempo ela dura e como acaba, para melhor informar ao médico. · Ponha panos molhados com água e álcool (meio a meio) sobre o peito e a testa. Troque-os com freqüência, para mantê-los frios, e continue fazendo isso até que a febre abaixe. · Se houver condições, dê um banho morno prolongado, em bacia, banheira ou chuveiro. Você pode ter idéia da temperatura colocando as costas de uma de suas mão na testa da pessoa doente e a outra na sua testa, Se a pessoa doente tiver febre, você sentirá a diferença. A febre muito alta e persistente é perigosa, se não for controlada e abaixada. Dependendo do caso, você deverá procurar socorro médico.
ENTORSE
Os ossos do esqueleto humano estão unidos aos outros através dos músculos, mas as superfícies de contato são mantidas umas de encontro às outras por meio dos ligamentos. A vítima de entorse sente dor intensa na articulação afetada. Acompanhando a dor, surge o edema (inchação). Quando os vasos sangüíneos são rompidos apele da região pode ficar, de imediato, com manchas arroxeadas. Quando a mancha escura surge 24 ou 48 horas após o acidente, pode ter havido fratura e, nesses casos, deve-se providenciar ajuda médica, de imediato. As entorses mais comuns são as do punho, do joelho e do pé. O Socorrista de uma vítima com entorse deve imobilizar a articulação afetada como no caso de uma fratura, e pode colocar gelo ou compressas frias no local antes da imobilização. Podemos também imobilizar a articulação através de enfaixamento, usando ataduras ou lenços. Não se deve permitir que a vítima use a articulação machucada. Após o primeiro dia, podem-se fazer compressas quentes e mergulhar a parte afetada em água quente, na temperatura que a vítima suportar. Fazendo aplicações de calor várias vezes por dia e mantendo-a imóvel, a articulação atingida por uma entorse normalmente recupera-se dentro de uma semana. Isso se não houver outras complicações, como derrame interno , ruptura dos ligamentos ou mesmo fratura.
HEMORRAGIAS
Conceito: É a perda de sangue devido ao rompimento de um vaso sangüíneo. 1.1. HEMORRAGIA EXTERNA - É resultante de um ferimento com exteriorização sangüínea. 1os socorros: · Compreensão à distancia · Elevação de membro · Tamponamento · Garrote 1.2- HEMORRAGIA INTERNA - É resultante de um ferimento profundo com lesão de órgão interno. Sintomas: . Pulso fraco e rápido . Pele fria . Sudores . Sede . Tonteira 2.0- TIPOS DE HEMORRAGIA INTERNA - ESTOMATORRAGIA * Hemorragia proveniente da boca 1os socorros: Dar líquidos gelado para a vitima beber 1os socorros: . Manter a vítima em repouso . Aplicar compressas geladas ou bolsas de gelo sobre o baixo ventre; . providenciar socorro médico - HEMOPTISE * Hemorragia proveniente dos pulmões Sintomas: O sangue sai em golfadas pela boca, vermelho vivo e espumoso 1os socorros: . Bolsa de gelo no tórax . Deitar a vitima de forma que a cabeça fique mais baixa que o corpo . Garrote em três membros em rodízio no intervalo de 2 minutos - HEMATÊMESE * Hemorragia proveniente do estômago Sintomas: O sangue sai pela boca como se fosse borra de café, pode vir ou não com restos de alimentos 1os socorros: . Bolsa de gelo abaixo do umbigo - OTÓRRAGIA * Hemorragia proveniente do ouvido Classificação: . Simples . Composta - TCE ( traumatismo crânio encefálico) Simples - Sangra muito e o sangue sai normal 1os socorros: . Compressão à distancia ( temporal ou facial) . Tapar com algodão ou gaze seco Composta - Sangra pouco e o sangue sai com liguor 1os socorros: . Lateralizar a cabeça de forma que o sangue saia - EPISTAXE * Hemorragia proveniente do nariz 1os socorros: . Jamais vire a cabeça para trás, pois o sangue pode descer para o pulmão . Tapar com algodão ou gaze seco . Comprimir a narina
AFOGAMENTO
Afogar-se não é risco exclusivo dos que não sabem nadar. Muitas vezes até um bom nadador se vê em apuros por algum problema imprevisto: uma cãibra, um mau jeito, uma onda mais forte. Outras vezes a causa é mesmo a imprudência de quem se lança na água sem saber nadar. E pode ocorrer, ainda, uma inundação ou enchente, daí surgindo vítimas de afogamento. Existem dois tipos de materiais que servem para auxiliar a retirar da água uma vítima de afogamento: . materiais nos quais a vítima pode agarrar-se para ser resgatada: cordas, pedaços de pau, remo, etc.; . materiais que permitem que a vítima flutue até chegar o salvamento: barcos, pranchas, bóias, etc. Evidentemente ninguém irá atirar-se à água ao primeiro grito de socorro que ouvir. Você deve proceder de modo exposto a seguir. Providencie uma corda, barco, bóia ou outro material que possa chegar até a vítima. Caso não disponha de nada disso, parta para outras alternativas. Se souber nadar bem, procure prestar socorro adequadamente. Verifique a existência ou não de correnteza ou de água agitadas. Certifique-se do estado da vítima: se está imóvel ou debatendo-se. Mesmo os melhores nadadores encontrarão dificuldades em nadar contra uma correntezas e águas agitadas e qual a melhor maneira de chegar até a vítima. Uma vítima de afogamento pode estar desacordada quando o salvamento chegar. Se não estiver inconsciente e desacordada, certamente estará em pânico e terá grande dificuldades de raciocinar. Procure segurá-la por trás, de forma qual a mesma não possa se agarrar a você e impedi-lo de nadar. Quando você chegar à margem com a vítima, seu trabalho de salvamento ainda não terá terminado. Caso o afogado esteja consciente e só tenha engolido um pouco de água, basta confortá-lo e tranquilizá-lo. Se estiver sentindo frio, procure aquecê-lo. Em qualquer circunstância, é aconselhável encaminhá-lo a Socorro médico. Se a vítima, no entanto, estiver inconsciente, é muito provável que apresente a pele arroxeada, fria e ausência de respiração e pulso. Nesses casos, a reanimação tem de ser rápida e eficiente , e pode começar a ser feita enquanto você estiver retirando a vítima da água. Vire-a e passe a aplicar-lhe a respiração boca-a-boca. Se necessário, faça também massagem cardíaca. Assim que a vítima estiver melhor e consciente, providencie sua remoção para um hospital. É um acidente de asfixia, por imersão prolongada em um meio liquido com inundação e enxarcamento alveolar. O termo asfixia, indica concomitância de um baixo nível de oxigênio e um excesso de gás carbônico no organismo. Classificação e sintomas do grau de afogamento: · Grau I ou Benigno: É o chamado afobado. É aquele que entra em pânico dentro d’água, ao menor indicio de se afogar. Esse afogado, muitas das vezes, não chega a aspirar a água, apenas apresenta-se: - Nervoso - Cefaléia (dor de cabeça) - Pulso rápido - Náuseas/vômitos - Pálido - Respiração - Trêmulo rimeiros Socorros: Muitas das vezes, o afogado é retirado da água, não apresentando queixas. Neste caso, a única providência é registrá-lo e orientá-lo. - Repouso - Aquecimento · Grau II ou Moderado: Neste caso já são notadas sinais de agressão respiratória e por vez, repercussão no Aparelho Cárdio Circulatório, mas consciência mantida, os sintomas são: - Ligeira Cianose - Secreção Nasal e Bucal com pouca espuma - Pulso Rápido - Palidez - Náuseas/vômitos ` - Tremores - Cefaléia rimeiros Socorros: - Repouso - Aquecimento - Oxigênio e observação no CRA · Grau III ou Grave: Neste caso o afogado apresenta os seguintes sintomas: - Cianose - Ausento de secreção Nasal e Bucal - Dificuldade Respiratória - Alteração Cardíaca - Edema Agudo do Pulmão - Sofrimento do Sistema Nervoso Central Primeiros Socorros: - Deitar a vítima em decúbito dorsal e em declive - Aquecimento - Hiper - estender o pescoço - Limpar secreção Nasal e Bucal - Providenciar remoção para CRA · Grau IV ou Gravíssimo: A vítima apresenta-se em parada Cárdio - Respiratória, tendo como sintomas: - Ausência de Respiração - Ausência de Pulso - Midríase Paralítica - Cianose - Palidez rimeiros Socorros: - Desobstrução das Vias Aéreas Superiores - Apoio Circulatório - Apoio Respiratório - Providenciar remoção para CRA
CHOQUE ELÉTRICO
Os choques elétricos podem acontecer com freqüência, mesmo porque vivemos cercados por máquinas, aparelhos e equipamentos elétricos. Em casos de alta voltagem, os choques podem ser fortes e causar queimaduras fortes ou até mesmo a morte. Os choques causados por correntes elétricas residenciais, apesar de apresentarem riscos menores, devem merecer atenção e cuidado. Em qualquer acidente com corrente elétrica, o tempo gasto para prestar socorro é fundamental. Qualquer demora poderá ocasionar sérios problemas. Muitas vezes a pessoa que leva um choque elétrico fica presa à corrente elétrica. Não toque na vítima sem antes desligar a corrente elétrica. Se o Socorrista tocar na pessoa, a corrente irá atingi-lo também. Por isso, é necessário tomar todo o cuidado. Antes de mais nada, o Socorrista deve desligar a chave geral, ou tirar os fusíveis ainda, desligar a tomada. Se por acaso não for possível tomar nenhuma dessas providências, há ainda alternativas: afastar a vítima do fio elétrico com um cabo de vassoura ou com uma vara de madeira, bem secos. Antes, porém, verifique se os seus pés estão secos e se você não está pisando em chão molhado. Para afastar a vítima, use algum material que não conduza corrente elétrica, como por exemplo, madeira seca, borracha, etc. Em seguida, inicie imediatamente o atendimento à vítima. Deite-a e verifique se ela está respirando, ou se precisa de respiração artificial e/ou massagens cardíacas. Se necessário, aja imediatamente. Observe se a língua não está bloqueando a passagem do ar. Logo após, verifique se a vítima sofreu alguma queimadura. Cuide das queimaduras, de acordo com o grau que elas tenham sido atingidas. Tendo prestado os primeiros socorros você deve providenciar a assistência médica. As correntes de alta tensão passam pelos cabos elétricos que vemos nas ruas e avenidas. Quando ocorre em fios de alta tensão, na rua, só a central elétrica pode desligá-los. Nestes casos, procure um telefone e chame a central elétrica, os bombeiros ou a polícia. Indique o local exato em que está ocorrendo o acidente. Procedendo desta maneira você poderá evitar novos acidentes. Enquanto a corrente não for desligada, mantenha-se afastado da vítima, a uma distância mínima de 4 metros. Não deixe que ninguém se aproxime ou tente ajudá-la. Somente após a corrente de alta tensão ter sido desligada você deverá socorrer a vítima.
CONVULSÃO EPILÉTICA
A crise convulsiva caracteriza-se pela perda repentina de consciência, acompanhada de contrações musculares violentas. A vítima de uma crise convulsiva sempre cai e seu corpo fica tenso e retraído. Em seguida ela começa a se debater violentamente e pode apresentar os olhos virados para cima e os lábios e dedos arroxeados. Em certos casos, a vítima baba e urina. Estas contrações fortes duram de dois a quatro minutos. Depois disto, os movimentos vão enfraquecendo e a vítima recupera-se lentamente. A crise convulsiva pode acontecer em conseqüência de febre muito alta, intoxicação ou, ainda, devido a epilepsia ou lesões no cérebro. Diante de um caso de convulsão, tome as providências seguintes: . Deite a vítima no chão e afaste tudo o que esteja ao seu redor e possa machucá-la (móveis, objetos, pedras, etc.) não impeça os movimentos da vítima. . Retire as próteses dentárias, óculos, colares e outras coisas que possam se quebradas ou machucar a vítima. . Para evitar que a vítima morda a língua ou se sufoque com ela, coloque-lhe um lenço ou pano dobrado na boca entre os dentes. . No caso de a vítima já ter cerrado os dentes, não tente abrir-lhe a boca. . Desaperte a roupa da vítima e deixe que ela se debata livremente; coloque um pano debaixo de sua cabeça, para evitar que se machuque. A pessoa que está tendo convulsões apresenta muita salivação. O estado de inconsciência não permite que ela engula a saliva. Por isso, é preciso tomar mais uma providência para evitar que fique sufocada: deite-a com a cabeça de lado e fique segurando a cabeça nesta posição. Desta forma a saliva escoará com facilidade. Não dê a vítima nenhuma medicação ou líquido pela boca, pois ela poderá sufocar. Cessada a convulsão, deixe a vítima em repouso até que recupere a consciência. Após a convulsão, a pessoa dorme e este sono pode durar segundo ou horas. Coloque-a na cama ou em algum lugar confortável e deixe-a dormir. Em seguida, encaminhe-a à assistência médica. Nunca deixe de prestar socorro à vítima de uma crise epilética convulsiva, pois sua saliva (baba) não é contagiosa.
INSOLAÇÃO
Pode manifestar-se de diversas maneiras: subitamente, quando a pessoa cai desacordado, maneando a pulsação e a respiração; ou após o aparecimento de sintomas e sinais como tonturas, enjôos, dor d cabeça, pele seca e quente, rosto avermelhado, febre alta, pulso rápido, respiração difícil. Os sintomas e sinais de insolação nem sempre aparecem ao mesmo tempo. Normalmente podemos verificar apenas alguns. O importante então é que você saiba exatamente o que fazer no caso de uma pessoa passar muito tempo exposta ao sol e apresentar algum sinal de insolação. Enquanto você aguarda o socorro médico, procure colocar a vítima à sombra, fazer compressas frias sobre a sua cabeça e envolver seu corpo em toalhas molhadas. Isso é feito para baixar a temperatura. Em seguida deite a pessoa de costas, apoiando a cabeça e os ombros para que fiquem mais altos que resto do corpo. O ideal é que a temperatura desça lentamente, para que não ocorra o colapso, próprio de quedas bruscas de temperatura. Após ter prestado os primeiros socorros, deve se procura ajuda médica, com urgência.
QUEIMADURAS
Denomina-se queimadura toda e qualquer lesão ocasionada no organismo humano pela ação curta ou prolongada de temperaturas extremas sobre o corpo humano. As queimaduras podem ser superficiais ou profundas e é possível dividi-las em diferentes tipos, de acordo com a gravidade. A gravidade de uma queimadura não se mede somente pelo grau de lesão, mas também pela extensão da área atingida. São consideradas grandes queimaduras aquelas que atingem mais de 15% do corpo, no caso de adultos. Para crianças de até 10 anos, são considerados grandes queimaduras aquelas que atingem mais de 10% do corpo. Para avaliar melhor a gravidade de uma queimadura, você pode adotar a tabela abaixo Cabeça 9% Pescoço 1% Tórax e abdômen, inclusive órgãos genitais 18% Costas e região lombar 18% Membro superior direito (braço) 9% Membro superior esquerdo (braço) 9% Membro inferior direito (perna) 18% Membro inferior r esquerdo (perna) 18% Se o socorrista souber classificar uma grande queimadura e encaminhar a vítima para um pronto socorro, já será de grande valia. Vamos conhecer e especificar cada caso e saber como agir em cada um deles. Queimadura de 1o Grau É a queimadura mais comum, geralmente deixa a pele avermelhada e provoca ardor e ressecamento da pele. Uma queimadura de 1o grau nem sempre é grave. Porém se ela atingir mais da metade do corpo, pode vir a tornar-se ate muito grave. Se uma queimadura de 1 o grau não for muito extensa, o socorrista pode tomar algumas medidas: · Oferecer água, para hidratar a vítima; · Em seguida, tentar aliviar a dor, deixando um tempo em água fria (chuveiro, torneira) ou aplicando compressas de água fria. Queimadura de 2o Grau As queimaduras de 2 o grau são aquelas que atingem as camas um pouco mais profundas da pele. Caracterizam-se geralmente pela formação de bolhas e desprendimento das camadas da pele; provocando dor e ardência local. Estas queimaduras são mais graves que as de primeiro grau porque a perda de água que elas podem provocar eventualmente leva à desidratação. Nesses casos, dê líquidos por via oral, aplique compressas frias no local e providencie assistência médica imediatamente. Queimadura de 3o Grau As queimaduras de 3o grau são aquelas em que todas as camadas da pele são atingidas , podendo ainda alcançar os músculos e os ossos, provocando feridas profundas e dores muito fortes. As queimaduras de 3o grau são as mais graves e representam sérios riscos para a vítima, sobretudo se atingirem grande extensão do corpo. Para tratar de queimaduras, em geral, mantenha a vítima deitada. Lave bem as mãos antes de tratar das queimaduras, para não provocar infecções. Em seguida , corte todas as roupas que estão perto das regiões queimadas. Não desloque ou retire a roupa que ficou sobre as queimaduras, para não aumentar as feridas. Cubra as feridas com gaze ou com um pano limpo, sem apertar, umedecendo continuamente. Não use outro tipo de material, porque pode grudar e piora ainda mais o estado da vítima. Nunca fure as bolhas nem toque na parte queimada. Isto poderá causar uma infecção e piorar o estado da vítima. Se a vítima estiver consciente, dê-lhe de beber bastante água (de preferência com sal) e providencie ajuda médica. Não aplique nenhuma substância sobre a queimadura, que não seja hidratante. QUEIMADURA POR FOGO Quando a queimadura for causada por fogo e as roupas estiverem se incendiando, a primeira providência é, naturalmente, apagar o fogo. Dependendo do local do acidente e dos recursos disponíveis, de imediato pode-se usar um cobertor para sufocar as chamas ou rolar a vítima no chão. Se as queimaduras atingirem o tórax, abdômen ou costas, pode-se jogar água fria sobre as feridas, para aliviar as dores. Em seguida, remover a vítima para um hospital. Se a vítima estiver consciente, dê-lhe bastante líquido para beber: água, chá ou sucos. Anime-a e tranqüilize-a. QUEIMADURA POR SUBSTÂNCIAS QUÍMICAS (tintas, ácidos, detergentes, etc.) Antes de cuidar dos ferimentos, é preciso molhar todas as peças de roupa que estejam impregnadas pela substância para remove-las sem causar maiores danos. Isso porque o contato com a roupa pode gerar novas queimaduras . Depois, devemos lavar o local queimado com água em abundância, durante 10 a 15 minutos, para que não reste qualquer resíduo da substância química e, em seguida, proteger as feridas com gaze ou pano limpo. A queimadura nos olhos é um caso muito especial. A ação deve ser rápida, para evitar a perda parcial o total da visão. Neste caso, devemos lavar o olho da vítima com bastante água. Depois que a ferida estiver limpa, deve-se colocar sobre ela um curativo de gaze ou pano limpo.
CORPOS ESTRANHOS
Pequenas partículas de poeira, carvão, areia ou limalha, grãos diversos, sementes ou pequenos insetos (mosquitos, formigas, mosca, besouros, etc.), podem penetrar nos olhos, no nariz ou nos ouvidos. Se isso ocorrer, tome os seguintes cuidados: OLHOS Nunca esfregue o olho Não tente retirar corpos estranhos escravos no globo ocular. Primeiras providências Faça a vítima fechar os olhos para permitir que as lagrimas lavem e removam o corpo estranho. Se o processo falhar, lave bem as mãos e adote as seguintes providências: pegue a pálpebra superior e puxe para baixo, sobre a pálpebra inferior, para deslocar a partícula; Irrigue o olho com água limpa, de preferência usando conta-gotas peça à vítima para pestanejar. Se, ainda assim não resolver passe às terceiras providências: Puxe para baixo a pálpebra inferior, revirando para cima a pálpebra superior, conforme ilustração: descoberto o corpo estranho, tente retirá-lo com cuidados, tocando-o de leve com a ponta úmida de um lenço limpo. SE O CISCO ESTIVER SOBRE O GLOBO OCULAR, NÃO TENTE RETIRÁ-LO. COLOQUE UMA COMPRESSA OU PANO LIMPO E LEVE A VÍTIMA AO MÉDICO. OS MESMOS CUIDADOS DEVE, SER TOMADOS QUANDO SE TRATAR DE CORPO ESTRANHO ENCRAVADO NO OLHO. NARIZ Comprima com dedo a narina não obstruída. Com a boca fechada tente expelir o ar pela narina em que se encontra o corpo estranho. Não permita que a vítima assoe com violência. Não introduza instrumentos na narina (arame, palito, grampo, pinça etc.). Eles poderão causar complicações. Se o corpo estranho não puder ser retirado com facilidade, procure um medico imediatamente. OUVIDOS Não introduza no ouvido nenhum instrumento (ex.: arame, palito, grampo, pinça, alfinete), seja qual for a natureza do corpo estranho a remover. No caso de pequeno inseto, o socorro imediato consiste em colocar gotas de azeite ou óleo comestível no ouvido, a fim de imobilizar e matar o inseto. Conserve o paciente deitado de lado, com o ouvido afetado voltado para cima. Mantenha-o assim, com o azeite dentro, por alguns minutos, após os quais deve ser mudada a posição da cabeça para escorrer o azeite. Geralmente, nessa ocasião, sai também o inseto morto. Se o copo estranho não puder ser retirado com facilidade melhor mesmo é procurar logo o médico.
FRATURAS
Fratura é uma lesão em que ocorre a quebra de um osso do esqueleto. Há dois tipos de fratura, a saber: a fratura interna e a fratura exposta. FRATURA INTERNA (OU FECHADA) Ocorre quando não há rompimento da pele. Suspeitamos de que há fratura quando a vítima apresenta: · Dor intensa; · Deformação do local afetado, comparado com a parte normal do corpo; · Incapacidade ou limitação de movimentos; · Edema (inchaço) no local; este inchaço poderá ter cor arroxeada, quando ocorre rompimentos de vasos e acúmulo sangue sob a pele (hematoma); · Crepitação, que provoca a sensação de atrito ao se tocar no local afetado. A providência mais recomendável a tomar nos casos de suspeita de fratura interna é proceder à imobilização, impedindo o deslocamento dos ossos fraturados e evitando maiores danos. Como imobilizar · Não tente colocar o osso "no lugar"; movimente-o o menos possível. · Mantenha o membro na posição mais natural possível, sem causar desconforto para a vítima. · Improvise talas com o material disponível no momento: uma revista grossa, madeira, galhos de árvores, guarda-chuva, jornal grosso e dobrado. · Acolchoar as talas com panos ou quaisquer material macio, a fim de não ferir a pele. · O comprimento das talas deve ultrapassar as articulações acima ou abaixo do local da fratura e sustentar o membro atingido; elas devem ser amaradas com tiras de pano em torno do membro fraturado. · Não amarrar no local da fratura. Toda vez que for imobilizar um membro fraturado, deixe os dedos para fora, de modo a poder verificar se não estão inchados, roxos ou adormecidos. Se estiverem roxos, inchados ou adormecidos, as tiras deves ser afrouxadas. Em alguns casos, como no da fratura do antebraço, por exemplo, deve-se utilizar um tipóia, dobre um lenço em triângulo, envolvendo o antebraço, e prenda as pontas deste atrás do pescoço da vítima. Observe atentamente a ilustração. Para imobilizar uma perna, você também deve utilizar duas talas longas. Elas devem atingir sempre o joelho e o tornozelo, de modo a impedir qualquer movimento destas articulações. Muitos cuidados deve ser tomado em relação à vítima com perna fraturada. Não deixe que ela tente andar. Se for necessário transportá-la, improvise uma maca e solicite a ajuda de alguém para carregá-la. NOS CASOS DE FRATURAS DE CLAVÍCULA, BRAÇO E OMOPLATA, BEM COMO LESÕES DAS ARTICULAÇÕES DE OMBRO E COTOVELO, DEVE-SE IMOBILIZAR O OSSO AFETADO COLOCANDO O BRAÇO DOBRADO NA FRENTE DO PEITO E SUSTENTANDO-O COM UMA ATADURA TRIANGULAR DOBRADA COMO INDICA A ILUSTRAÇÃO.
FRATURA EXPOSTA (OU ABERTA)
A fratura é exposta ou aberta quando o osso perfura a pele. Nesse caso, proteja o ferimento com gaze ou pano limpo antes de imobilizar, a fim de evitar a penetração de poeira ou qualquer outras substância que favoreça uma infecção. Não tente colocar os ossos no lugar. Ao contrário, evite qualquer movimento da vítima.. Procure atendimento médico imediato.
FRATURAS ESPECIAIS
Há casos que exigem cuidados especiais. São as fraturas de crânio, coluna, costelas, bacia e fêmur. É muito importante que o socorrista saiba identificar os sintomas e sinais prováveis de cada uma dessas fraturas. Fratura do crânio Dores, inconsciência, parada respiratória, hemorragia pelo nariz (Epistaxe), boca (Estomatorragia) ou ouvido (otorragia) Fratura de coluna Dores,, formigamento e incapacidade de movimento dos membros (braços e pernas). Fratura de costelas Respiração difícil, dor a cada movimento respiratório. Fratura de fêmur e bacia dor no local, dificuldade de movimentar-se e de andar. Ao suspeitar de uma dessas fraturas: · Mantenha a vítima imóvel e agasalhada; · Não mexa nem permita que ninguém mexa na posição da vítima até a chegada de pessoal habitado (médico ou enfermeiro); · Caso não seja possível contar com pessoal habitado, transporte a vítima sem dobrá-la, erguendo-a horizontalmente com a ajuda de três pessoas. · Coloque a vítima deitada de costas sobre uma superfície dura, como: maca, porta, tábuas, etc. Observe a respiração e verifique o pulso da vítima. Se necessário, faça massagem cardíaca e repiração artificial. No caso de fratura no crânio, os procedimentos devem ser os mesmos, mas com o cuidado de não movimentar a cabeça da vítima, de jeito nenhum. Providencie transporte adequado e atendimento médico assim que tiver terminado a imobilização. Lembre-se de que a vítima sempre deve ser transportada deitada. Durante o transporte, peça ao motorista para evitar freadas bruscas ou buracos, que poderão agravar o estado da vítima.
CÃIBRA
O estímulo nervoso possui determinada eletricidade que, em contato com uma substância gelatinosa que banha o músculo, encaminha uma partícula de cálcio para dentro das fibras; o cálcio, então, ativa enzimas próprias do músculo que quebram a ATP. A única questão é haver moléculas de ATP em quantidade suficiente. Existem três fontes de ATP. A primeira seria uma espécie de estoque particular do músculo. A segunda é a glicólise: reações dentro do músculo transformam a glicose das fibras ou trazidas pelo sangue em ATP e ácido lático. Esta é uma substância inibidora que, ao se acumular nas fibras, causa tanta dor que a pessoa não agüenta mais contrair o músculo. Esse processo produz grande quantidade de energia, mas por tempo limitado. Por isso, é um metabolismo para atividades que exigem velocidade. Os atletas atenuam os efeitos do ácido lático e por isso suportam melhor um acúmulo de da substância. Mas quem não é atleta cede a dor e logo pára. Do contrário, corre o risco de sentir uma cãibra. Nesses casos de cãibra, dá-se açúcar (glicose) para o paciente, para que rapidamente acabe com a cãibra A Cãibra também atacam em plena madrugada, quando se está quieto, dormindo . Mas aí, o problema é neurológico, uma ordem equivocada para o músculo se contrair a toda velocidade, provocada muitas vezes por estresse psicológico.
Os Desbravadores se divertem muito e se desenvolvem muito, como: No Acampamento, Nos Primeiros Socorros, Nos Cursos de Capitães, No Curso de Liderança e em desenvolvimento em variedades de Nós.E muito divertimento em brincadeiras.Desbravador em ação!!!

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