Comentário da Lição - Lição 1 - Gilson Nery - 28/03 a 04/04

Lição 01. Segundo trimestre. 28 / 03 / a 04 / 04 / 009
Comentários de Gilson Nery
Esc. Sabatina


A m o r

É na Cruz de Cristo que se encontram as quatro dimensões do amor da Divindade Triúna, ou seja, a altura, profundidade, largura e comprimento deste amor; ( Ef. 3:18 ); no madeiro em vertical, a altura e a profundidade deste amor, no madeiro em horizontal, o comprimento e a largura deste amor, e isso, em um sentido geográfico cósmico, ou seja, ao infinito cósmico; vamos precisar de uma eternidade de tempo para definir este amor nestas quatro dimensões divinas, e, esta eternidade se inicia aqui e agora no momento em que a Trindade Divina é entronizada em nossos corações, ( João 14:23;ICor. 6:19 ), assim é, que, para todos que já receberam esta Divindade em seus corações e no trono dos corações, para estes, a eternidade já começou e, se iniciou, também, a definição do amor de Deus. Quando Cristo viveu em nosso mundo, reinava o império do “desamor,” ou seja, o contrário do amor, e Roma era o representante numero um deste império; a própria palavra, “Roma,” significa o inverso da palavra amor, basta ler invertido e teremos a palavra amor; assim é que, o Príncipe dos príncipes do Reino do amor Celestial, a Própria Personificação do amor, surge no mundo do desamor, pregando o amor ágape, o amor divino; o exército deste Imperador da Vida deveria amar até mesmo os seus próprios inimigos e fazer bem a todos eles, e, em se tratando do conceito geral, esta era uma grande aberração militar e uma estratégia de desequilibrados mentais, imaginem um exército composto de ovelhas para enfrentar uma manada de leões e lobos ferozes e devoradores! A estratégia divina, na época de Cristo era atrair a todos para o amor de Deus que seria demonstrado, logo a seguir, na Cruz de Cristo conforme, João 12:32, e, esta foi a razão básica porque o Príncipe dos príncipes que, tantas vezes no passado, tinha comandado os exércitos de Israel nas guerras contra os Seus inimigos, agora aparece em público, reprovando esta estratégia militar e comandando um exército de dóceis e indefesas ovelhas; as oportunidades do Israel nacional e seus exércitos de heróis combatentes, com os quais Deus poderia ter concluído a Sua obra, tinham passado para sempre e, eis que chegou a plenitude dos tempos em que o Príncipe dos príncipes pagaria com Sua vida e morte, o preço da salvação da humanidade e, esta deveria ser atraída para este evento, apenas pelo amor de Deus sem o poderio militar das armas de guerra e seus guerreiros humanos, Apenas o amor de Deus agora deveria ser visto por todos na Cruz de Cristo sem a justiça divina, Deus iría justiçar o Seu Próprio Filho e derramar o máximo de Seu amor a humanidade e, todos deveriam ser atraídos para este ato supremo da Divindade.

Verso para memorizar: Muito em breve não viveremos mais pela fé e nem por esperanças, mas, durante toda a eternidade, viveremos por amor, e , esta é razão porque o amor é o maior elemento e o maior atributo da Divindade, assim é que, Deus é Onipotente em amor, Onipresente em amor, Onisciente em amor; a fé, a esperança e a Graça serão substituídos pelo reino supremo do amor, ninguém precisará mais da graça, porque todos, neste tempo futuro, estarão salvos para sempre e eternamente, ninguém precisará mais de esperança e fé, porque todos nós estaremos vivendo por vista e o presente eterno, realmente o amor é o maior dos dons divinos, ele é o maior atributo da Divindade, ele é inerente a Pessoa de Deus, como citado acima, ele é a maior força do Universo porque o Próprio Deus é, em Si Mesmo, Amor, muito embora Ele seja um Ser Pessoal, Ele é essencialmente Amor.

Parte de domingo. Amor – a matéria – prima da vida.

O amor nada pede em troca, o amor simplesmente dar sem esperar nada, quando amamos, verdadeiramente, a Deus, fazemos o que Lhe agrada sem esperar nada em troca, nem mesmo a salvação eterna, nós não amamos para sermos salvos, nós somos salvos por isso amamos,nós não amamos para sermos eleitos, nós amamos porque fomos eleitos desde a fundação do mundo, isto significa que nós o amamos porque Ele nos amou primeiro, muitíssimo e infinitamente, primeiro ( I João 4:19;Ef. 1:3-5 ), isto prova cabalmente, que não existe, absolutamente, nenhum vestígio de legalismo nos planos de Deus e Seus desígnios eternos a nosso respeito, o legalismo é um elemento estranho no império do amor de Deus.
Perg. 01 – É força para ser fiel; é a mola que nos impele ( constrange ); sem amor é só barulho sem sentido; sem o amor, não existe vida e, a vida cheira a infelicidade e exalamos esta infelicidade, com o amor exalamos a felicidade entre os que nos rodeiam porque a nossa atmosfera está impregnada deste amor e cheira a vida, seremos, como diz as Escrituras, um cheiro de vida para a vida.

Parte de segunda feira. O Deus do Antigo Testamento – Um Deus de amor.

1 – Note o seguinte: Deus não fez um boneco de barro para depois transformá-lo em um ser humano, este é um ensinamento de uma teologia vesga; Deus fez cada célula, cada molécula e cada órgão do nosso corpo e seus sistemas, o circulatório, digestivo, respiratório, urinário, o sistema nervoso, o cérebro, o auditivo, a visão e tudo mais que existe em nosso corpo, mas tudo pairava inerte, nada funcionava até que Ele, por um processo de soprar, trouxe a centelha de vida de Si Próprio, a todos estes sistemas e tudo passou a funcionar normalmente e perfeitamente, e, é maravilhoso pensar que Ele tenha feito tudo isso artesanalmente, isto é, com Suas próprias mãos e, em apenas um dia de 24 horas.
O casaco de peles mais chique e mais luxuoso da história da humanidade. É impressionante imaginar um Deus Todo Poderoso Criador e mantenedor de bilhões de Galáxias e seus trilhões de estrelas e planetas, inclinado sobre os Seus joelhos e confeccionando manualmente, um casaco de peles e, depois, tirando as precárias vestes de folhas de figueira dos nossos primeiros pais, e, vestindo-os carinhosamente, antes de despedi-los do seu lar no Jardim do Éden, e, não devemos nos esquecer que tudo isso ocorreu quando eles já eram pecadores, e, portanto, inimigos de Deus.
2 – O plano eterno da redenção e o seu custo para a Divindade.
3 – O dia de encontro de amor e relacionamentos mais chegados com a Divindade.
4 – Processos de comunicação de amor, declarações de Amor. Jr. 31:3;Isa.43:4.

Guerras e matanças no período do Velho Testamento. Estas foram medidas excepcionais tendo em vista a conservação da espécie humana, a humanidade não existiria não fora estas medidas.
Note o seguinte: O Deus do Antigo Testamento suportou, em Sua divindade ( não como Homem ), a história do pecado, durante mais de 4.000 anos, e, no período do Novo Testamento, suportou, como Homem, o pecado, durante 33 anos, isto significa que no primeiro período, foi necessário muito mais amor do que no segundo período; os esforços divinos para suportar pecadores habitando com eles ( Exd.25:8 ), são muito mais penosos e difíceis como Divino do que como Humano e, isso, em um período de tempo astronomicamente maior, ou seja, de 33 anos para 4.000 anos.

Parte de terça feira. O Deus do Novo Testamento – Um Deus de amor.

Por que a demora para solucionar o problema do pecado e sua história? Basta ler em II Pd. 3:9;I Tim. 2:3-4.



Parte de quarta feira. Respostas de amor.

Perg. 04 – Se Deus tivesse aprovado, em algum tempo, o princípio do medo ou do legalismo, para obediência as Suas ordens, Ele teria eliminado para sempre e radicalmente, os pecadores primitivos entre os anjos nos Céus, neste caso, Ele teria filhos obedientes movidos por medo e legalismo, Cristo veio ao mundo para reivindicar o verdadeiro caráter de Deus em Se sacrificar e Se ariscar a perder a Sua Vida Eterna, para povoar o Seu Universo de seres que O servissem por amor, apenas por amor.
Perg. 04 – Não é suficiente amar a Deus, é necessário amá-Lo com coração inteiro. Veja e compare com II Cr. 19:9 e 25:2.
Perg. 05 – Somente é possível amar como Cristo amou, quando Ele Se encontra no trono dos nossos corações, não basta tê-Lo no coração, é preciso deixar Ele ocupar o trono.

Parte de quinta feria. Amor Personificado.

Perg. 07 – A mola mestra e impelente, o amor de Cristo, deve ser a nossa única motivação, sem esta seremos como o metal que soa, ou como o sino que tine ( I Cor; 13:1 ), ou seja, só barulho sem sentido. É preciso que se diga que não se consegue amar a Deus sem conhecê-Lo Pessoalmente e, somente contemplando a Cristo e estudando Sua Palavra, é possível chegar a este conhecimento vital de vida eterna. João 17:3;14:15;15:10, e, o Próprio Cristo, na Pessoa do Espírito Santo, Se encontra permanentemente, batendo em nossa porta solicitando uma oportunidade para Se fazer conhecido e amado. Apc. 3:20. Cabe a nós procurar ouvir a Sua voz para termos condições para abrirmos a porta e entrarmos no aprendizado do Seu amor e, amando-O, guardarmos os Seus mandamentos.
Pág. 10, em esboço do aprendizado, item b, necessidade de amar e ser amado. Deus não ama por necessidade e não precisa ser amado por necessidade e carência de amor porque Ele é Todo Poderoso em amor, Onisciência em amor e, é Onipresente em amor, Ele é a Personificação do amor.
Pág. 11, em comentários bíblico, item II. Se tivermos que admitir diversidade de personalidades em Deus, teríamos que defini-las como segue: A personalidade do amor, a personalidade da justiça e a personalidade da misericórdia e, neste caso, é tripla a Sua Personalidade, Ele é Amor, é Justo e Misericordioso; conforme estudado neste comentário, Deus no tempo do Velho Testamento, precisou emitir muito mais amor do que quando esteve por aqui entre nós; veja parte de segunda feira; as grandes matanças, o dilúvio, destruição de Sodoma e Gomorra, foram atos de amor, justiça e misericórdia para com a humanidade em geral.
Como entender as grandes matanças e eliminações de seres humanos no Antigo Testamento: O pecado quando atinge certa medida e limite estabelecido na justiça divina e Sua misericórdia, desequilibra certos mecanismos da natureza criados por Deus e, naturalmente, precipita as conseqüências naturais da ultrapassagem destes limites estabelecidos e, isso pode ocorrer em formas de terremotos, furacões, tornados, dilúvios, etc., que, erradamente, são atribuídos aos atos de Deus punindo os infratores de Suas leis, quando que a realidade é bem outra, mesmo as grandes matanças de seres humanos que se ler como ordenadas por Deus, não se trata de atos de Deus, propriamente dito, mas sim, de permissão para que isso ocorresse, isso significa que, Deus não agiu impedindo que a humanidade colhesse as conseqüências dos seus pecados e, na linguagem humana da inspiração, diz-se que Deus fez isso e fez aquilo. Quando, por exemplo, Deus mandava eliminar pessoas e até mesmo crianças, Ele estava dizendo, virtualmente, que não tentassem impedir as conseqüências que, por causa da ultrapassagem do limite da misericórdia, já estavam para se precipitar sobre estes pecadores, que, segundo lemos em I Sam. 15:8-23, Saul, em sua rebelião, tentou fazer, ou seja, impedir estas conseqüências. Em II Reis 19:35;Isa. 37:36, é nos dito que o anjo do Senhor feriu 185000 Assírios, mas, em que sentido este anjo fez isso? Não terá, este anjo, por ordem de Deus, retirado toda a proteção e manutenção da vida destes soldados Assírios, não impedindo assim, por mais tempo, as conseqüências que já estavam para cair sobre estes ímpios? É quando os limites são atingidos e Deus não mais impede as conseqüências da rebelião, que estas venham sobre os infratores, que estes ficam entregue a sua própria sorte e ocorrem os acontecimentos drásticos da história. Partindo do principio estabelecido em Gen. 15:16, comentado em o Grande Conf. Pág. 36:2, podemos ver a verdadeira posição de Deus em relação aos acontecimentos drásticos da história da humanidade, o próprio fogo “eterno” que virá sobre a terra, não tem como objetivo divino, destruir ninguém, mas sim, purificar a terra e a nossa atmosfera poluída, os seres que forem destruídos, é porque se apegaram ao pecado, e, o fogo que virá para purificar a contaminação deste, os destruirá, também; esta destruição permitida com muita relutância da parte de Deus, será o último ato de amor e misericórdia Deste Deus de amor.
É preciso notar, também, que além das conseqüências naturais das transgressões das leis de Deus, conforme comentado acima, existem, os anjos maus que tem prazer em destruir vidas humanas e, estes entram em sena toda vez que pecadores atingem os limites da misericórdia divina e ficam entregues a suas próprias sortes. Com estas considerações podemos afirmar que realmente, DEUS NÃO DESTROI NINGUÉM, AS PESSOAS É QUE SE COLOCAM FORA DO ALCANCE DA SUA MISERICÓRDIA E SOFREM AS CONSEQUÊNCIAS DISSO.

Peçamos ao Espírito Santo que nos ajude a conhecer pessoalmente a Deus para que O possamos amar com todas as forças da nossa alma e, amando-O, possamos guardar aos Seus mandamentos. Amém!

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